Dia internacional da Mulher

8 03 2009
Passeata do Dia Internacional da Mulher pede a legalização do aborto em São Paulo

Passeata do Dia Internacional da Mulher pede a legalização do aborto em São Paulo

Dias depois da polêmica nacional acerca do aborto feita em menina de 9 anos, no estado de Pernambuco, onde o arcebispo condenou a decisão da mãe e da ação dos médicos na realização de abortar por considerarem risco de morte a criança, dando a entender que a igreja defende a própria violência acometida a uma menina, quando se afirmou da boca do arcebispo: “o aborto é um crime mais grave do que o estupro”, tal afirmação indignou uma considerável parcela da população e levantou o debate sobre o tema do aborto e violência contra a mulher, considerando que ainda tem de se lutar muito por garantir direitos femininos, mesmo que esteja em vigor a lei 11.340, Maria da Penha, muitas mulheres e meninas ainda são vítimas de agressões, forçadas a ter relações sexuais ou abusadas.

Esse é o dia marcado por uma violência brutal, que ganhou outro significado, o da resistência e da luta por direitos femininos. Em 8 de março de 1875, na cidade de Nova York , 130 mulheres estavam em greve pela redução da jornada de trabalho, de 16 para 10 horas, foram cercadas pela polícia e fechadas dentro da fábrica e logo queimadas.

A história das conquistas femininas e daquelas que morreram por lutarem por melhores condições de trabalho e muitos outros direitos, ainda não há o que comemorar este dia para ser uma festa de fato, pois há um longo caminho a percorrer para que todas as mulheres, não somente no Brasil, mas no mundo, venham ter todos os seus direitos assegurados e longe da tortura e humilhação que ainda sofrem.

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